Rapidinhas


O final fatídico de um governo que não nasceu pra ser grande

📷 Pexels

Há quatro anos atrás a cidade viveu um momento político decisivo na sua história, que traduzia o desejo da população por mudanças radicais na condução de um novo futuro, que não veio.

A eleição de uma mulher como primeira prefeita parecia um sonho e as expectativas eram de que a cidade daria um grande salto para o futuro, com o famoso bordão “nasceu pra ser grande”, mas que se apequenou.

A verdade é que o governo eleito apenas queria o poder como prova de que poderia vencer seu maior adversário e o “ser grande” se resumiu no crescer pessoal e familiar, porque a cidade parou no tempo e a revolta popular se transformou numa rejeição histórica nunca vista na história do país.

Jamais poderia dar certo um governo sem projetos, sem planejamento e sem bases políticas fortes o suficiente para se estruturar e fazer diferença. A população pagou caro pela péssima escolha.

A fraqueza do infeliz mentor, que se acha líder político, se mostrou com a desculpa esfarrapada de que só tiveram dois anos e meio de governo, devido aos efeitos dos temporais que teriam destruído a cidade... teriam, por que na verdade a nossa cidade foi muito pouco afetada pelas tempestades em relação a outras cidades que de fato sofreram muito com as chuvas, mas os seus governos se sobressaíram e deram volta por cima mostrando a força e a garra peculiar de verdadeiros guerreiros e vencedores.

A outra grande desculpa era a herança de um débito impagável com uma certa instituição do governo federal, mas que é pura balela, porque todo débito pode ser negociável, se não o fizeram é porque não tiveram competência ou vacilaram.

Um dos grandes erros desse governo que aí está foi basear seus planos exclusivamente na vitória do seu candidato a governador. Com a derrota e sem um plano “B” bem estruturado, se perderam no tempo e os adversários políticos mostraram competência travando qualquer tentativa de saída do “sinuca de bico” em que se meteram.

Outro erro gigante (do infeliz mentor) foi acreditar em uma vitória fictícia e impossível no último ano de um governo bastante desgastado e odiado. Demoraram demais para fazer algumas obras meio que importantes, numa tentativa inútil e desesperada de se reerguerem e agora estão pagando um preço altíssimo pela “burrada”.

Outro detalhe considerável é que não fizeram as contas direito e estão tendo problemas financeiros claramente vistos, como por exemplo as demissões em massa, o que se traduz no desespero de quitar suas dívidas e fechar o ano fiscal em zero. Será que conseguirão?

O que era pra ser grande na verdade se resumiu no choro escondido e desespero de um infeliz que achou que tinha capacidade para governar e competir com verdadeiras mentes brilhantes.

Deus me livre de politicagem!

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Alerta Eunápolis

Nóis tá na parada, mais num pode comentar com ofensa, que a genti deleta.

1 Comentários

  1. Caí aqui por acaso... Não deu pé, nunca mais vai da pé, o povo percebeu a incompetência política do sujeito...

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