Rapidinhas


Quando o capitão não acredita no naufrágio é que o barco afunda


O gigante navio Titanic foi inaugurado e dado como uma embarcação que jamais afundaria. Bastou um pedaço de gelo bater no casco para o navio virar história de terror, com milhares de mortes, dores e sofrimento.

Num reino não tão distante, o navio da rainha começou afundar logo de início do seu reinado, mas o capitão não teve a competência para manter a embarcação flutuando e o resultado está sendo drástico.

Na hora do naufrágio, os ratos são os primeiros que abandonam o barco. Os que ficam, só permanecem pelas parcas “moedas” que recebem e tem medo de mudar de barco antes da hora, mas quando a água chegar no pescoço, a debandada vai ser geral.

Quando o capitão e a rainha perceberem a derrocada, talvez aprendem o significado real do “humanizar” e a crucial competência que não tiveram. Talvez assim caiam na real e percebam que a grande chance que tiveram, jogaram definitivamente fora.

O verdadeiro significado de política é muito difuso, mas saber se relacionar corretamente com pessoas, observar, cumprir acordos e não perder amizades é crucial para quem pretende se perpetuar no poder.

O barco do poder poderá até ser resgatado, mas jamais será reconstruído e apodrecerá numa praia qualquer até só existirem fragmentos daquilo que um dia foi o grande sonho de grandeza alguém.

Deus nos livre de politicagem.

Foto: Pexels


Alerta Eunápolis

Nóis tá na parada, mais num pode comentar com ofensa, que a genti deleta.

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