A situação política em nossa cidade mais parece uma piada
trágica, humor negro ou algo parecido.
A população não entende como começou essa “rusga” entre a
prefeita e alguns vereadores que não se sabe porque, acataram uma certa denúncia
de um empresário local, uma comissão processante foi criada e ao avaliar
minuciosamente a situação da gestora, aprovou a realização dos passos que poderiam
levar ao afastamento da
prefeita.
O que poderia ter causado essa guerrinha? Alguém pode espinicar?
Se só existe “pessoas bacanas” dos dois lados, o que há por trás das
cortinas? O povo precisa saber. Na política ninguém "vira a casaca" de repente, sem mais nem menos. Isso só acontece quando alguém ou um lado perde alguma coisa e o povo humilde, que é maioria, nem imagina o que aconteceu ou que tá acontecendo.
A câmara avança, a gestão
recorre, liminar pra lá, liminar pra cá e mais uma vez os trabalhos da câmara
foram interrompidos, até que a Justiça avalie melhor a situação, ou seja, ao
anunciar que aconteceria na próxima sessão, a equipe da prefeita
acionou a Justiça e a Câmara teve que adiar mais uma vez as ações que
pretendiam avaliar através dos votos... a prefeita poderia até ter maioria dos
votos contra o afastamento, mas preferiu não arriscar. Tudo bem, é um direito
dela, está na lei.
A situação é
como um jogo. Alguém tem que ganhar, alguém tem que perder. Alguém aplaude,
alguém chora. Faz parte do contexto.
Que a cidade
está à deriva, ninguém pode negar, que a rejeição está nas alturas, não resta a
menor dúvida e só um milagre resolveria o caso, mas a situação mais parece
aquele jogo de cadeiras que a Xuxa fazia em seus programas: Quem vai levantar?
Quem vai sentar?
Deus nos
livre da politicagem!

